LEAFIO AI para Forbes: Desbloqueando recursos para competir no varejo moderno

global retail
Updated: 15 de jul de 2025
LEAFIO AI para Forbes: Desbloqueando recursos para competir no varejo moderno

Fonte: https://www.forbes.com/sites/forbestechcouncil/2023/11/02/unlocking-resources-to-compete-in-modern-retail/

Cofundador da LEAFIO AI Retail Solutions, especialista em otimização e automação da cadeia de suprimentos para varejo, distribuição e fabricação de CPG.

No cenário atual do varejo, que muda rapidamente, ser competitivo é essencial. Mudanças nos gastos para serviços, desafios financeiros e aumento de preços pressionam o setor.

Apesar disso, espera-se que as vendas no varejo cresçam dos US$ 29 trilhões obtidos em 2023 para US$ 32,8 trilhões em 2026, segundo a Statista.

A competitividade se torna crucial diante de novos desafios. Para enfrentar a crescente competição, é fundamental explorar a tecnologia e a inteligência artificial disponível para agilizar os processos, eliminar perdas e aumentar o lucro.

Principais conclusões

Ferramentas como IA e BI libertam capital e trazem competitividade.

  • Forecast dinâmico protege caixa. 

  • BI mostra gaps ocultos. 

  • Cross merchandising baseado em dados. 

  • Automatização eleva ROI. 

  • Reduz perdas e excessos.

A colaboração e o compartilhamento de dados são fundamentais

Os varejistas atuais ocupam uma posição privilegiada. Diferente dos fornecedores, que não interagem diretamente com os clientes, os varejistas têm contato diário com eles.

Isso possibilita que entendam em tempo real o que seus clientes preferem e precisam, e depois compartilhem essas informações com os fornecedores.

Essa troca traz grandes vantagens tanto para fornecedores quanto para varejistas. Contratar pesquisas com especialistas sai caro e demora, e com o mercado mudando tão rápido, as informações podem ficar desatualizadas em um piscar de olhos.

Os varejistas se beneficiam ao poder vender essas pesquisas, algo bem comum entre as grandes empresas, e ainda conseguem melhores condições de negócio com os fornecedores.

Veja só um caso clássico: no final dos anos 80, o Walmart e a Procter & Gamble (P&G) fizeram uma parceria forte, onde a P&G cuidava do estoque do Walmart, usando dados atualizados das vendas e do estoque.

Essa parceria revolucionou o jogo para ambos, otimizando a cadeia de suprimentos, aumentando vendas e melhorando a eficiência. O segredo foi entender que, mesmo com interesses diferentes, o que ambos queriam mesmo era vender mais e lucrar.

Maximizando a Eficiência do Estoque

Frequentemente, varejistas pedem mercadorias em excesso para evitar perda de vendas, resultando em sobra de estoque. Em outras situações, falham em responder rapidamente a picos de demanda ou em se preparar adequadamente para novas estações, ocasionando escassez.

Por outro lado, o fornecedor, conhecendo suas capacidades, pode ajustar a produção conforme necessário. Com acesso aos dados de estoque atual do varejista, é capaz de gerenciar o equilíbrio de estoque efetivamente, pois tem interesse nas vendas.

Em resumo, ao adotar uma parceria mais estreita com fornecedores, o varejista pode obter um impulso significativo para seu crescimento e competitividade.

O produto ainda está no topo

Para melhorar a competitividade, as lojas devem focar em variedade, disponibilidade, apresentação e preços dos produtos. Estabelecer boas relações com fornecedores permite definir preços atraentes. Contudo, selecionar a variedade ideal é desafiador, especialmente com espaço limitado.

Otimizar o lucro por metro quadrado exige planejamento da variedade, rotação adequada e gestão eficiente. Em lojas únicas, adaptar a variedade ao gosto dos clientes é mais simples.

Para redes de lojas, uniformizar a variedade pode ser um erro, já que cada loja é única. Assim, uma estratégia personalizada, apoiada por dados e análises, é crucial para competitividade.

Manter a disponibilidade dos produtos parece simples, mas mirar em 100% pode levar a excesso de estoque e perda de lucro.

A chave é uma previsão de demanda precisa, considerando fatores como dia da semana, sazonalidade, tendências, promoções e eventos, através de modelos matemáticos e automação para reduzir erros humanos.

Além disso, a disposição dos produtos deve facilitar o acesso do cliente e maximizar lucros.

A tecnologia não é uma moda passageira - é uma necessidade

O gerenciamento de sortimento, controle de estoque, merchandising e relações com fornecedores podem parecer tarefas simples, muitas vezes realizadas manualmente ou com ferramentas básicas por varejistas.

Contudo, em um mercado competitivo e dinâmico, com grandes volumes de negócios, a mão de obra e a experiência já não são suficientes. A situação exige o uso de inteligência artificial (IA), machine learning (ML), análises avançadas e automação de processos.

Enquanto alguns argumentam que a inovação deve vir de tecnologias como visão computacional e Internet das Coisas, é notável que muitos varejistas de pequeno e médio porte não possuem informações precisas sobre seus estoques, um problema significativo dado que os custos de retenção podem representar até 20% do valor do estoque.

Em resumo, para manter a competitividade, é essencial buscar colaborações, automatizar processos quando possível e utilizar análises detalhadas para decisões baseadas em dados. Muitas vezes, o potencial de melhoria reside nas tarefas mais simples, necessitando apenas de uma nova perspectiva.

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Jane Medwin

Jane Medwin

LEAFIO Co-Founder, Retail Optimization Expert

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